Acupuntura

AcupunturaNormalmente se recorre à Acupuntura para controlar dores. Dores nas costas e nas articulações, principalmente. Mas a acupuntura faz parte de um conjunto de estratégias milenares de tratar holisticamente a saúde – a Terapia Tradicional Chinesa. Empregá-la como um paliativo para dores é deixar de aproveitar todo seu potencial. Melhor entender nossos mal-estares como desequilíbrios energéticos, a serem tratados no nível físico sim, para efeito imediato, mas sem deixar de considerar o nível emocional, mental e espiritual.

Terapia Tradicional Chinesa emprega métodos de avaliação como o exame do pulso e da língua, a observação da face, entre outros, tudo para compor um quadro geral das desarmonias. A partir daí os tratamentos incluem a acupuntura (com ou sem agulhas), fitoterapia, massagens, ventosas, aplicação localizada de calor (moxa), trofoterapia (terapia do alimento), meditação e alguns tipos de exercícios tradicionais. O arsenal de técnicas é muito grande. A estratégia de tratamento é baseada na constituição físico/emocional do indivíduo. Para isso, leva-se em consideração a maneira como ele reage aos problemas da vida, seu tipo físico, voz, pele, olhos, língua, pulso, e sensibilidade aos elementos da natureza – calor, frio, vento, etc. O tratamento é totalmente individualizado para o cliente. Não há dois tratamentos iguais.

Apesar de milenar em sua concepção, a Terapia Tradicional Chinesa é constantemente aperfeiçoada e novas ideias são incorporadas, depois de testadas em centros de tratamento na China. Um bom acupunturista forma-se em cursos especializados e mantém-se continuamente atualizado sobre os mais novos tratamentos.

Além de ser uma terapia abrangente em si mesma, é possível associar a Terapia Tradicional Chinesa a outras técnicas holísticas, como a Terapia Floral, a Radiestesia, a Radiônica e o Reiki. Com isso atingimos todos os níveis do cliente, de maneira prática e eficaz.

Caso queira conhecer essa forma de aplicar a acupuntura, estou à sua disposição para conversar, esclarecer suas dúvidas e explicar esse método de tratamento dos males físicos, emoções, preocupações excessivas ou problemas de nível espiritual.

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Qi, Energia Fundamental

Qi na Terapia Holística

Na natureza básica da Terapia Holística está a energia. Mas não o conceito físico de energia mecânica, ou eletromagnética. Trata-se da energia vital, da energia sutil, ou Energia Fundamental, que não podemos medir diretamente, mas conhecemos seus efeitos. Essa energia está presente em todshutterstock_146641259as as terapias tradicionais, não importa sua origem. Até mesmo pensadores contemporâneos a empregam – Jung a chamou de Energia Psíquica, Freud de Libido, Reich de Orgone. Na tradição yoruba essa energia é denominada Asé, na hindu Prana, na japonesa Ki. Mas onde esse conceito foi mais aprofundado talvez seja na Terapia Tradicional Chinesa, onde é tratada de Qi.

Qi é o princípio mais empregado e mais mal compreendido por todos os que estudam esse tema. Maciocia, conhecido professor do assunto, diz em seu livro Os Fundamentos da Medicina Chinesa:

“A razão da dificuldade de traduzir a palavra Qi corretamente consiste em sua natureza fluida, pela qual o Qi pode assumir manifestações diferentes e ser diferentes coisas nas mais diferentes situações.”

Na verdade, Qi é a mais fundamental das substâncias. Qi procede do Vazio, ou o Vazio é Qi em seu estado mais rarefeito. Tudo que existe é Qi, em diferentes estados de concentração. O céu é Qi em seu estado mais fluido, a terra é Qi em seu estado mais agregado. O próprio corpo humano, em cada um de seus níveis, é constituído de Qi em diferentes formas. As substâncias vitais, Jing (Essência) , Xue (Sangue) e Jin Ye (Fluidos Vitais) são, na verdade, diferentes manifestações de Qi.

Mas, para os efeitos práticos da Terapia Tradicional Chinesa, Qi é o fluido energético que anima o corpo humano, que é absorvido do ar, da água e dos alimentos, separado, armazenado e movido pelos Zang Fu (Órgãos e Vísceras), e que circula por canais e colaterais que formam uma rede por todo o corpo. Pelo caráter etéreo, não pode ser medido, mas os efeitos são por si mesmo a prova de sua existência.

Dizem as tradições chinesas que o ser humano está entre o céu e a terra. O céu é o polo positivo, de natureza yang, a terra o negativo, de natureza yin. Através do nosso corpo atuam essas energias, em perfeito equilíbrio, promovendo a circulação do Qi. Quando a desarmonia acontece, devido à má alimentação, falta de sono, excesso de trabalho, de álcool, de fumo, de sexo, ao estresse da vida na cidade, entre tantas outras causas, as consequências se fazem sentir no nível físico, emocional, mental e espiritual. A Acupuntura, Tui Na, Moxabustão, ventosas, Fitoterapia Chinesa e mesmo exercícios físicos como o Tai Chi Chuan buscam remover bloqueios e restaurar o equilíbrio do Qi.

Para saber mais sobre como usamos o Qi na Terapia Holística entre em contato.

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O Oráculo Rúnico

 

DSC05708Runa vem do idioma nórdico antigo Rún, que significa segredo, sabedoria secreta, sinal mágico. Apenas por extensão tomou o sentido de letra, ou seja, o uso mágico precede o uso na linguagem escrita.

 

O oráculo rúnico traz sempre uma mensagem franca e direta, sem rodeios. O povo nórdico, criador das runas, não podia se dar ao luxo de uma filosofia muito elaborada. Vivendo num clima hostil, a mensagem tinha que ser entendida de imediato, pois não havia muito tempo para a hesitação. Não tomar uma decisão poderia significar que a decisão seria tomada pelo ambiente em que viviam e o resultado seria o pior para a comunidade – sua aniquilação. Portanto, a mensagem das runas não é sofisticada. É óbvia.

 

Como em todo oráculo, as runas são um passaporte para a viagem ao Inconsciente. É nele que surgem todas as interpretações, através da imaginação ativa, num processo muito semelhante ao sonho lúcido. O runester (quem joga as runas) deixa-se divagar para que a interpretação aflore.

 

A interpretação leva em consideração o entendimento nórdico do tempo, dividido em três fases conectadas: “O que é”, equivalente ao passado, é a única realidade, nunca longínquo, mas sempre entendido como tendo acabado de acontecer, ainda vivo. O que aconteceu no momento da criação do mundo é tão presente quanto há um segundo atrás.  “O que está se tornando” é o presente, pequeno, curto e sempre mutável, que nasce, a cada segundo, das raízes do passado. É nele que vivemos e onde agimos para definir o futuro.  O futuro – “o que deverá ser” é visto somente como um campo de possibilidades, ainda indefinido. O conceito de destino – Wyrd – não é o de algo inevitável, escrito, fixo, mas que está sendo permanentemente construído.

Portanto, o que o oráculo rúnico faz é indicar-nos o caminho a tomar no momento presente para alterar favoravelmente nosso futuro. Isso é muito melhor que “adivinhar o futuro”, como se o que vai nos acontecer fosse inevitável. As runas nos ensinam que, independente da seriedade da situação em que nos encontramos, sempre há um caminho para ter um futuro melhor.

 

Se quiser conhecer o Oráculo Rúnico, tanto para consultar-se como para aprendê-lo, terei o maior prazer em ajudar. Entre em contato para maiores detalhes:

 

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O Reiki é Científico?

Historia da Aquimia - HISTORIA DO MUNDOUma questão sempre levantada, principalmente pelos praticantes da medicina “científica” ou “baseada em evidências”, com relação às por eles denominadas “Práticas Integrativas e Complementares de Saúde” (PICS), é a falta de estudos estatísticos, preferivelmente os “duplo cegos randomizados”, sobre estas práticas.

 

Essa crítica parte de um paradigma autocentrado. Os estudos duplo-cegos randomizados (em que nenhum dos pesquisadores que tem contato com o sujeito do estudo sabe quem está recebendo o tratamento e quem recebe o placebo, sendo os grupos de controle determinados aleatoriamente) são o padrão-ouro para a medicina bioquímica, mas têm aplicabilidade extremamente reduzida quando aspectos subjetivos entram em jogo. Portanto, a metodologia válida para a medicina científica não é obrigatoriamente válida para técnicas ancestrais milenares de manejo dos campos de energia psíquica.

 

Ainda assim, alguns profissionais da medicina científica que, paralelamente, aprenderam técnicas holísticas, vêm tentando apresentar estudos com metodologia aceitável pela comunidade acadêmica. Em nosso país, os esforços nesse sentido parecem centrar-se nas técnicas de Terapia Floral e Reiki. Há várias teses de mestrado sobre esses dois sistemas. Recentemente, em junho de 2013, o Prof. Dr. Ricardo Monezi Julião de Oliveira apresentou uma tese de doutorado à Universidade Federal de São Paulo intitulada “Efeitos de Prática do Reiki Sobre Aspectos Psico-Fisiológicos e de Qualidade de Vida de Idosos com Sintomas de Estresse: Estudo Placebo e Randomizado”, que avaliou a efetividade dessa técnica holística e concluiu, nas palavras do pesquisador:

“Nossos estudos sugerem que a terapêutica Reiki produziu as seguintes alterações psico-fisiológicas e de qualidade de vida em idosos com estresse, através da promoção de um possível estado de relaxamento, superior ao constatado no grupo Placebo:

  • Redução dos níveis de estresse:
  • Redução dos níveis de ansiedade e depressão;
  • Redução da percepção de tensão muscular e elevação da percepção de bem estar;
  • Elevação dos níveis de qualidade de vida referente aos domínios: “Aspectos espirituais, Religião e Crenças pessoais”; “Físico”; “Psicológico”; além das facetas “Autonomia” e “Intimidade”:
  • Elevação da temperatura periférica da pele;
  • Redução da tensão muscular do músculo frontal e condutância elétrica da pele.”

 

É uma das primeiras pontes sólidas lançadas entre a comunidade acadêmica e os praticantes de técnicas cuja efetividade já era garantida por tradições ancestrais. De minha parte, posso assegurar que, apesar de profissional desses métodos milenares, nunca desacreditei a medicina científica. Espero que logo chegue o dia em que a medicina científica também não me desacredite.

 

Para os que se interessarem em ler a tese que menciono, ela está no link:

http://www.radiestesia.net/wp-content/uploads/2014/06/Tese-de-Doutorado-Ricardo-Monezi-2013-pr.pdf

 

Estresse e Terapia Holística

Cópia de auraVocê já se sentiu muito cansado, sem motivação?  Seu corpo parece estar mandando sinais de que alguma coisa vai mal?  Acordar de manhã para as atividades diárias tem sido um grande esforço?

 Talvez você sofra do mal do século – estresse.   A vida de hoje é complexa, tem desafios enormes, e nos exige controlar nossas reações naturais, as de  fugir ou lutar.  Os perigos de hoje são muito mais sutis e potenciais do que imediatos, e nossas reações são internalizadas.  Esse esforço tem um enorme custo para a nossa integridade emocional e física.

Além disso, trabalhamos sem fazer exercício físico, em empregos que  não têm nada de criativos, e somos obrigados a nos deslocar por horas, todos os dias, em situações de absoluto desconforto e exagerada proximidade com pessoas que sequer conhecemos.  Tudo isso acrescenta uma grande carga em nossa psique.

Por último, e talvez mais importante, a vida mundana nos afasta dos desígnios da alma.  Todos nós somos seres espirituais, com um corpo material.  Nesse nível do espírito, sabemos intuitivamente a que estamos destinados, qual nosso caminho, qual nossa missão.  Mas o nível material tem suas necessidades próprias, e as enormes opções de conforto estão hoje a nossa disposição acabam nos arrastando para uma dedicação exclusiva à obtenção de meios para comprar coisas.

Como o tempo é curto, nos dedicamos somente ao mais urgente – a matéria – e esquecemos o que talvez seja mais importante – o espírito – sofrendo as consequências, tanto no nível emocional quanto no físico.  Isso é o “estresse”.

 Quando falo em espírito não me refiro à religião.  A vida espiritual é mais abrangente, e inclui outros temas, como a reflexão, a meditação, o autoconhecimento.  A religião formal pode ou não ser uma parte disso.

 Esse é contexto em que a Terapia Holística ajuda a encontrar nosso caminho.  São técnicas derivadas de tradições milenares, mas adaptadas ao mundo de hoje.  Suas bases filosóficas são partilhadas por antigas religiões, mas não é em si mesma uma religião.  As técnicas enfocam o ser humano como um todo (“holo” em grego): corpo, emoções, espírito.  E são muito eficazes para reestabelecer nosso equilíbrio psico-energético, resultando naquela sensação de viver com leveza, que perdemos progressivamente quando passamos da infância à idade adulta.

Além disso, todo Terapeuta Holístico é, antes de tudo, um conselheiro.  É um profissional em quem podemos nos apoiar para retornar ao caminho designado pela alma, qualquer que seja ele.  A Terapia Holística é, por natureza, espiritual, embora não religiosa.  Portanto o Terapeuta está em uma boa posição para orientar nossa busca interior, nosso retorno ao sagrado, e em fazer com que essa busca se integre com nossa vida material.  Somos seres multifacetados.  E o bem-estar consiste no equilíbrio dessas diversas facetas.

Reiki

mani1269Foi no ano 1922 que um monge budista japonês, Mikao Usui,  durante uma jornada de jejum e meditação no Monte Kurama, enquanto buscava a forma de mitigar o sofrimento, teve um “satori”, ou visão.

Profundamente iluminado, descobriu que tinha recebido o poder de projetar a energia universal através das mãos.  Usui desenvolveu um método, não só para aplicar essa energia, mas também para sintonizar outras pessoas, transformando-as igualmente em canais.  Esse procedimento, embora não religioso em essência, mas bastante espiritual, foi chamado de iniciação.

No Japão o método teve desenvolvimento lento, por um sem-número de razões.  Era uma época de grande perseguição religiosa, e qualquer manifestação espiritual que não fosse o xintoísmo era vista com suspeição.  Além disso, sobreveio a segunda guerra mundial, e o Japão saiu dela destruído.  Mas um discípulo de Usui, Chujiro Hayashi, veio iniciar uma norte-americana de origem japonesa, Hawayo Takata.  Takata levou o método para o Havaí e posteriormente para os EUA continental, modificando-o e adaptando-o à cultura ocidental, mantendo contudo sua essência.  Daí, o Reiki se espalhou pelo mundo.

Num processo de aprofundamento, William Rand, mestre Reiki norte-americano, retornou às origens japonesas e também pesquisou as raízes espirituais do Reiki no Tibet, já que essa era a fonte do budismo de Usui.  Daí surgiu o que se chama de Reiki Usui-Tibetano.  Posteriormente Rand, com a ajuda de alguns sensitivos, levou o Reiki um passo adiante, criando o Karuna Reiki ®, técnica que permite o uso mais direcionado e intenso da energia Reiki.

O sistema do Reiki se baseia em yantras, símbolos, e mantras, sons verbalizados, com o objetivo de fazer o contato da energia universal (Rei) com a energia do terapeuta e seu cliente (Ki).  Muito já foi dito sobre o segredo desses símbolos.  Apesar do método iniciático, o Reiki não é uma seita secreta (nem mesmo uma seita) e os símbolos, embora sagrados, não são secretos.  Eles estão à disposição em diversos endereços da internet, em livros e até mesmo, alguns deles, em dicionários de ideogramas japoneses.  Mas sua utilização para a captar e aplicar o Reiki é inútil, a menos que se tenha recebido a iniciação. É através dela que nosso corpo etéreo recebe o alinhamento necessário para funcionar como canal energético.

Finalmente, para que serve o Reiki?  Como toda técnica de Terapia Holística, serve para harmonizar desequilíbrios da nossa energia vital.  Como resultado, o corpo físico tem restaurada sua capacidade de auto-cura.  Além disso, a energia Reiki transmite uma maravilhosa sensação de paz, tranquilidade e proteção espiritual, a energia da compaixão, do grande Budha Avalokiteshvara, aquele que escuta a todos que o invocam.  Com sua aplicação contínua, o Reiki também nos leva a estado semelhante ao da meditação, e nos ajuda na jornada do auto-conhecimento e do desenvolvimento espiritual.

Se você tem interesse no Reiki, tanto para tratar-se como para aprender o método, busque um mestre ou um praticante habilitado.  Uma aplicação é simples e rápida.  Se decidir pelo aprendizado, ele tem vários níveis, cada um deles ensinado em cursos rápidos, de um ou dois dias, em que também se recebe a iniciação.  Já no primeiro nível você será capaz de tratar a si mesmo e a seus familiares.  E que o Reiki possa fazer sua vida mais feliz e completa.

Rún Valdr – O Poder Rúnico

Valkyrie_Depois da popularização  do Reiki, começaram a surgir algumas  formas complementares, como o Karuna Reiki, Seichim, Tibetano, entre outros. Porém todas elas são ligadas ao caminho descoberto por Sensei Mikao Usui – a canalização da Energia Universal para fins de reequilíbrio energético do ser humano.

Em 2004, um Mestre em diversas formas de Reiki,  também conhecedor do caminho Nórdico e das Runas, Rodney Cox, canalizou as energias de Odhin e Freyja em outro sistema, que embora tenha similaridades com o Reiki, é na verdade totalmente independente – o Rún Valdr, que traduzido do idioma nórdico antigo significa algo como “Poder Rúnico”.

Alguns podem perguntar, para que outro  Reiki?  Realmente, é uma boa pergunta.  Eu acredito que alguns sistemas complementares do Reiki são realmente muito bons, como por exemplo o Karuna, que leva a energia a um estado vibracional muito alto, subindo o Reiki Usui a um novo patamar.  Mas o Rún Valdr é diferente.  Como dissemos, não é um método Reiki.  Na verdade, nem usa a imposição das mãos.  Além disso, usa mantras e yantras  totalmente próprios, independentes do Reiki, e acrescenta aos símbolos a energia das 24 Runas do alfabeto Futhark antigo.

Quem conhece as Runas sabe que são um sistema muito efetivo de acesso ao Inconsciente.  E essa é a energia que o Rún Valdr disponibiliza, com ação direta no corpo físico e nosso dia a dia.   A simplicidade e a ação direta são suas principais características, herdadas da tradição nórdica, um povo que não podia se dar ao luxo filosofar muito. Precisavam resolver seus problemas aqui e agora, pois viviam em ambiente hostil.  O tempo de plantar e colher era curto, e se os problemas não fossem rapidamente resolvidos o inverno rigoroso traria a solução mais radical – a aniquilação.  Por isso o sistema tem ação tão direta.  Pode não ser sutil, mas é efetivo.

Assim como o Reiki, permite tratamentos à distância.  O sistema tem formas de estabelecer conexão com energias da natureza, e também nos permite “carregar” energeticamente objetos, criando instrumentos mágicos com consciência própria.  Isso possibilita manter o tratamento ativo por longos períodos após a sessão de trabalho rúnico.  É possível, por exemplo, programar um cristal com o tratamento, e mantê-lo junto ao corpo para que a energia possa fluir por todo o tempo necessário.

Esse pode ser seu caminho de reenergização e autoconhecimento.  Entre em contato e venha conhecer o Rún Valdr, o Poder Rúnico.

Ilusão

DSC_8061A contra-parte da realidade é a ilusão.  Mas, se mostramos em outro artigo (v. abaixo, “Realidade”) que a realidade é subjetiva, e é aquilo que interpretamos do mundo, como podemos nos iludir?  Isso seria o mesmo que o Ego enganar a si mesmo.

Esse engano ocorre em dois níveis.  No primeiro, é a identificação do Ego com a Persona.  E a Persona é a máscara social que o Ego cria para relacionar-se com os outros.  Podem ser várias, uma para cada meio social em que nos inserimos.  O equívoco é a identificação tão profunda que acabamos por pensar que somos aquela imagem.  Que somos “o profissional”, “o filho”, “o líder”, a “esposa”, ou o “pai de família”, etc.  Essa identificação gera apego a essas imagens, que são por sua própria natureza transitórias, e lutamos por conservá-las como lutaríamos para conservar nossa própria existência.  Assim sofremos com cada transformação como quem morre centenas de vezes numa mesma vida.

O outro nível da ilusão é o próprio Ego.  Como nossa atividade psíquica é parte consciente, parte inconsciente, pensar que somos apenas o nosso Ego é como pensar que só temos um braço ou uma perna.  Existe uma entidade maior, o Self, somatório, por assim dizer, do Inconsciente e do Consciente.  O Self é o produto do ser individuado, que se tornou plenamente consciente do seu Inconsciente.  E através deste, vamos conhecer o Inconsciente Coletivo.  Aí cessam as ilusões, e podemos ver o mundo como é, e também nossa própria realidade interior – a verdade última.

Jung pensava que o processo de individuação, ou processo de reconhecimento do Inconsciente, nunca terminava.  Eu prefiro acreditar que sim, existe um ponto final, na linha do pensamento de muitas escolas orientais, particularmente o budismo.  Esse ponto final seria a iluminação, o estado de buda, onde cessa todo o sofrimento e escapamos da roda do samsara.  Mas o mais importante é que, mesmo que não cheguemos agora nesse estágio, o caminho que leva até lá já é por si só muito proveitoso.  À proporção em que cessam nossas ilusões, e que podemos ver a realidade, ainda que não de uma forma total e completa, já reduzimos nossa carga de sofrimentos.

Não nos fixemos em nossas Personas.  Elas são tão importantes como a roupa que vestimos.  Traduzem uma parte de nossa personalidade, mas nós somos muito mais que elas.  São úteis como meio de comunicação com os outros, mas é no nosso Self que surge a mensagem a comunicar.  Assim nos tornamos verdadeiros conosco mesmos e com as outras pessoas.  Isso é o que significa ser íntegro.  Um único ser, uma única realidade interior, o ser integral.  E a ausência de conflitos interiores é o caminho da verdadeira felicidade.

Radiônica

DSC05677Ainda menos conhecida que sua prima radiestesia, a radiônica parece totalmente inverossímil.  Através de um circuito eletrônico, que inclui algumas bobinas, uns capacitores, uns resistores variáveis, fazer análises energéticas e corrigir desarmonias à distância?  Eu custei a acreditar.  Depois de ler os livros de D. Tansley, achei que, quem sabe, talvez.  Comprei meu primeiro aparelho.  Não tinha ninguém para me informar, aprendi sozinho.  Tive alguns resultados.  Consegui outros aparelhos de melhor qualidade.  Os resultados melhoraram.  Comecei a praticar mais e, da mesma forma que com a radiestesia, comecei a me assenhorar do processo.  E os resultados apareciam na medida em que aumentava minha experiência.  Foram mais de dez anos de experiências e prática e, ainda hoje, sigo aprendendo, todo dia.  Parece um pouco com tocar um instrumento musical. Você se afasta dele por uma semana e já sente a diferença na performance.

Mas, enquanto praticava, buscava literatura sobre o assunto.  Escassa, é verdade, mas alguma coisa havia. Entendi melhor como se desenvolveu o sistema. Desde os trabalhos pioneiros de Albert Abrahams, Ruth Drohn, George Delawarr, Thomas Hieronymus, David Tansley, Bruce Copens até chegar aos dias atuais.  A história da radiônica é a de uma arte controversa, com críticas e apoios ferozes.

A radiônica parece magia.  E, pior, tem tão poucas fontes de informação quanto uma seita secreta.  A complexidade e falta de padronização não ajudam seu desenvolvimento.  Cada máquina é uma máquina, cada sistema é diferente do outro.  E, acima de tudo, depende fundamentalmente do operador.  Todo o equipamento é apenas um ponto de apoio, da mesma forma que o pêndulo e a vareta servem ao radiestesista.  Isso foi a base do meu desenvolvimento – como já era radiestesista experiente, entendi imediatamente que as máquinas eram apenas uma extensão do Inconsciente.

Com a radiônica, nossos vôos são mais altos.  A radiônica terapêutica trata as desarmonias psico-energéticas em humanos e animais e, da mesma forma, pode ser usada na agricultura, na consecução de objetivos pessoais, no alinhamento dos chakras, na projeção da consciência (também chamada de “viagem astral”).  Pode sintetizar remédios energéticos, como florais e homeopatia, como pode emitir seu padrão vibracional diretamente para o objeto do tratamento.  Pode ser associada ao sistema de meridianos e pontos da Terapia Tradicional Chinesa, ou ser associada a gráficos radiestésicos.  Tudo isso de forma presencial ou à distância, com igual facilidade.  Fica aqui o convite.  Se você quer conhecer um sistema terapêutico de atuação suave mas direta e efetiva, venha conhecer a radiônica