Arquivo da tag: Radiestesia

Radiônica

DSC05677Ainda menos conhecida que sua prima radiestesia, a radiônica parece totalmente inverossímil.  Através de um circuito eletrônico, que inclui algumas bobinas, uns capacitores, uns resistores variáveis, fazer análises energéticas e corrigir desarmonias à distância?  Eu custei a acreditar.  Depois de ler os livros de D. Tansley, achei que, quem sabe, talvez.  Comprei meu primeiro aparelho.  Não tinha ninguém para me informar, aprendi sozinho.  Tive alguns resultados.  Consegui outros aparelhos de melhor qualidade.  Os resultados melhoraram.  Comecei a praticar mais e, da mesma forma que com a radiestesia, comecei a me assenhorar do processo.  E os resultados apareciam na medida em que aumentava minha experiência.  Foram mais de dez anos de experiências e prática e, ainda hoje, sigo aprendendo, todo dia.  Parece um pouco com tocar um instrumento musical. Você se afasta dele por uma semana e já sente a diferença na performance.

Mas, enquanto praticava, buscava literatura sobre o assunto.  Escassa, é verdade, mas alguma coisa havia. Entendi melhor como se desenvolveu o sistema. Desde os trabalhos pioneiros de Albert Abrahams, Ruth Drohn, George Delawarr, Thomas Hieronymus, David Tansley, Bruce Copens até chegar aos dias atuais.  A história da radiônica é a de uma arte controversa, com críticas e apoios ferozes.

A radiônica parece magia.  E, pior, tem tão poucas fontes de informação quanto uma seita secreta.  A complexidade e falta de padronização não ajudam seu desenvolvimento.  Cada máquina é uma máquina, cada sistema é diferente do outro.  E, acima de tudo, depende fundamentalmente do operador.  Todo o equipamento é apenas um ponto de apoio, da mesma forma que o pêndulo e a vareta servem ao radiestesista.  Isso foi a base do meu desenvolvimento – como já era radiestesista experiente, entendi imediatamente que as máquinas eram apenas uma extensão do Inconsciente.

Com a radiônica, nossos vôos são mais altos.  A radiônica terapêutica trata as desarmonias psico-energéticas em humanos e animais e, da mesma forma, pode ser usada na agricultura, na consecução de objetivos pessoais, no alinhamento dos chakras, na projeção da consciência (também chamada de “viagem astral”).  Pode sintetizar remédios energéticos, como florais e homeopatia, como pode emitir seu padrão vibracional diretamente para o objeto do tratamento.  Pode ser associada ao sistema de meridianos e pontos da Terapia Tradicional Chinesa, ou ser associada a gráficos radiestésicos.  Tudo isso de forma presencial ou à distância, com igual facilidade.  Fica aqui o convite.  Se você quer conhecer um sistema terapêutico de atuação suave mas direta e efetiva, venha conhecer a radiônica

Radiestesia

Agriculture_in_Britain-_Life_on_George_Casely's_Farm,_Devon,_England,_1942_D9817Muitos ouviram falar, mas poucos sabem o que é.  Radiestesia é uma arte muito antiga.  Há indícios arqueológicos de que é pré-histórica.  Certamente era utilizada pelas civilizações hindu, chinesa, árabe, hebraica, greco-romana.  Durante a Inquisição foi perseguida e considerada demoníaca.  Ressurgiu no século XVIII e XIX com estudos metódicos, muitos deles desenvolvidos em mosteiros.  No século XX ampliou seu campo de ação e hoje segue muito bem, obrigado, sendo utilizada em prospecção hidromineral, correção de influências geopatogênicas, apoio a agricultura e na Terapia Holística, só para citar alguns empregos.

O termo vem do latim “radius”, raio, e do grego “aisthesis”, sensibilidade, significando algo como “sensibilidade às radiações”. É que na época, século XIX, as radiações apenas começavam a ser estudadas, e o abade Bouly, que cunhou a expressão, pensava que havia algum tipo de “radiação”, emitida pelo objeto da pesquisa, que se comunicava com o operador.

Hoje entendemos melhor o processo.  Há um “sentido radiestésico” inconsciente, que percebe influências dos campos elétrico, magnético e gravitacional, entre outras.  É o nosso “sexto sentido”.  Os instrumentos radiestésicos, como o pêndulo, por exemplo, são capazes de amplificar pequenos movimentos da nossa mão, que respondem à emergência do Inconsciente.  Com treinamento e prática, essas informações podem se tornar objetivas e quantificadas, permitindo seu uso, por exemplo, em terapia.

Na Terapia Holística, onde trabalhamos com a energia psico-energética do cliente, temos a oportunidade de fazer, com a radiestesia, medições e avaliações que não seriam detectáveis por qualquer instrumento científico.  Por exemplo, podemos fazer uma leitura do estado dos chakras, ou da aura energética.  O verdadeiro instrumento é o próprio Inconsciente do operador, que recebe incessantemente informações do cliente.  Com um pêndulo, ou uma vareta, podemos “ler” esses registros e usá-los conscientemente.

Todavia é importante notar que o aprendizado do processo requer um pouco de teoria e muita prática.  Exige um distanciamento emocional do resultado da pesquisa, que é quase um estado de meditação profunda, uma verdadeira anulação do Ego, para fazer emergir o Inconsciente. O bom radiestesista descobre a verdade; o mau radiestesista descobre o que quer descobrir.